Na investigação do MP foram apontadas diversas irregularidades: deficiência no serviço de enfermagem, ausência de comissões de ética e de revisão de prontuários, ausência de um responsável pela farmácia, falta de material de emergência, ausência de raio X, de laboratório, de ECG, hemoterapia e de ultra-sonografia. Ainda a inexistência de sala de parto e desativação do bloco cirúrgico. O Ministério Público atribui tudo isso a “inércia do Poder Público Municipal”.
“Todas as irregularidades apontadas deverão ser corrigidas em 60 dias. Caso o município seja condenado, a promotora de Justiça Danielly da Silva Lopes, responsável pelo caso, pede que seja aplicada multa diária de R$ 10 mil, em caso de descumprimento de qualquer das obrigações. A quantia deverá ser revertida ao Fundo de Reconstituição dos Interesses Metaindividuais Lesados", informa o Blog Combate.
O bombardeio contra o prefeito não é deste blogueiro, ou de Ronaldo César, Wagner, Calvino, Altamir, Pereira ou mesmo os políticos de Garanhuns. Antônio João passou a ser notícia, está na vitrine e tudo que acontece em Lajedo dá um tremendo Ibope. O telhado não caiu porque alguém enviado daqui mandou. E esse caso do hospital não explodiu por obra da oposição. Quem está acusando a Prefeitura Municipal de inércia (inoperante, sem ação) é o Ministério Público de Pernambuco. Quem está ameaçando o Município com uma multa diária de R$ 10 mil é uma promotora de Justiça, no caso a Dra. Danielly.
Fonte: Programa Combate
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